sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Algo da História do Lima

Capítulo 27
Silvano Schoenberger

Com a ida de Pe. Silvano para Recife-Pe veio de Buíque o gaúcho Irmão Oreste Oro que assumiu como 14º administrador com isso diminuindo as preocupações de Pe. Tarcísio Weber que por sua vez continuou reitor do Santuário. Sua índole de ex-soldado fez crescer as exigências com relação à retirada de madeiras e venda de bebidas nas proximidades da Igreja. Em 1993 logo após a ordenação sacerdotal, Pe Célio Farias foi transferido e assumiu como 15º administrador do Santuário. Contudo sua saúde precária fez com que entrasse em depressão profunda motivo pelo qual abreviou o curso de sua vida. Em 1994 assumiu novamente como 16º administrador o Pe. Silvano Schoenberger. Na época, o mesmo tornou-se pai de uma menina e já que a Igreja não permite que um padre tenha família, só lhes restavam duas opções: assumir a paternidade ou fazer como lhe havia aconselhado o bispo [Dom José Freire]: "volte para o sul e exerça lá o sacerdócio, pois não vai faltar quem cuide de sua filha”. Na hora Pe. Silvano respondeu: “Cansei de explicar nos sermões a responsabilidade que os pais têm, não sou tão irresponsável de abandonar minha filha”. E o bispo: “Você sabe que não pode mais continuar celebrando...” Dali em diante Pe. Silvano seguiu o que achou mais conveniente, cuidar da educação de sua filha e continuar lecionando na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Campus Avançado Prof. João Ismar de Moura. Em 1996 Pe. Tarcísio Weber, a pedido do povo, foi trabalhar na paróquia de Buíque PE, padre Francisco Carlos assumiu a paróquia de Patu e Pe. Irismar Farias foi empossado como 17º administrador do Santuário. Tornou-se logo conhecido com o seu trabalho com os jovens e admirado por seus sermões inteligentes. Gostava de festas e vaquejadas. O povo demorou um pouco para se acostumar a esse novo tipo de procedimentos, mesmo assim admirava sua sinceridade e amor aos mais pobres aos quais, além de orientar, procurava ajudar na prática. Em 1998 Pe. Irismar foi a Recife, Pe. Tarcísio retornou ao Lima como 18º administrador do Santuário. Pe. Pedro Pinto assumiu a paróquia de Patu até 2006 quando retornou a Recife. Pe. Tarcísio cansou de pedir um padre ao provincial, mas Pe. Heriberto alegava não possuir substituto. Então o bispo Dom Mariano Manzana aceitou o pedido de Pe. Tarcísio e empossou como vigário, o diocesano Pe. Possídio Lopes dos Santos Neto no dia 31 de dezembro de 2006.
NOTA do BLOG: A redação do Blog A Folha Patuense agradece ao professor Silvano Schoenberger autor do relato sobre a história do Lima, nos 27 capítulos aqui apresentados semanalmente. O blog vai dar continuidade a história do Lima até os dias atuais com informações do Pe. Domingos de Sá Filho, atual reitor do Santuário do Lima.

Na administração de Pe. Silvano ele revestiu a nave superior do Santuário com zinco para evitar infiltrações
Na época Pe. Silvano Schoenberger foi pai de uma menina. O bispo Dom José Freire disse que ele não podia mais continuar celebrando 
Silvano, Bia [neta de Mirian], Mirian Rocha e Ana Teresa [Filha de Silvano e Mirian Rocha]
Com a decisão do bispo Pe. Silvano seguiu o que achou mais conveniente, cuidar da educação de sua filha e continuar lecionando no CAJIM-UERN 
Pe. Pedro Pinto, exerceu a função de vigário e administrador paroquial 
          Pe. Irismar, Pe. Tarcísio Weber, Pe. Francisco Carlos e o Missionário Bruno
 O Padre Diocesano Possídio Lopes assumiu a paróquia de Patu como Administrador em 31 de dezembro de 2006. Hoje assume a paróquia de Martins 
 Os professores Zé Bezerra e Silvano Schoenberger durante o período de circulação da Folha Patuense foram colaboradores do informativo mensal impresso pelo redator, prof. Aluísio Dutra
 Outras Fotos Antigas da História do Lima

 Pe. Henrique e visitantes do Lima
Primeira Capela do Santuário do Lima







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