segunda-feira, 27 de março de 2017

Parlamentares recebem pressão da sociedade para votarem contra as reformas propostas por Temer

Se Votar, Não Volta!!

Ao que tudo indica, não será muito fácil a aprovação de reformas polêmicas e socialmente injustas propostas pelo presidente não eleito Michel Temer.
O motivo é que, em massa, a classe trabalhadora brasileira vai se unindo para pressionar deputados federais e senadores da República a votarem contra a Reforma da Previdência Social e a Reforma Trabalhista.
Principalmente através das redes sociais, o povo tem se manifestado em tom graúdo contra as duas reformas almejadas pelo governo de Michel, o Temido.
Mas o povo também já saiu às ruas, em grandes marchas, para protestar contra tais reformas. A mídia que serve ao governo de Michel Temer não mostrou a amplitude das manifestações país afora, mas elas aconteceram.
Em vários lugares, audiências públicas são realizadas, com o fito de debate e posicionamento contrário à Reforma da Previdência e à Reforma Trabalhista.
Parlamentares que sabidamente integram incondicionalmente a base de apoio ao governo do presidente não-eleito Michel Temer têm sentido na pele os efeitos negativos dessa adesão. No Ceará, um deputado federal teria sido agredido fisicamente num aeroporto. Na Bahia, outro deputado da base governista não conseguiu participar tranquilamente de uma solenidade, de tantas vaias que recebeu presencialmente.
Internautas já divulgam nas redes sociais os números de telefones de senadores, para que o povo possa lhes exercer uma pressão mais direta.
É bem verdade que o governo do presidente não-eleito Michel Temer conseguiu uma vitória nesses dias, quando aprovou no Congresso Nacional um projeto de Lei que trata da terceirização de trabalhadores, algo considerado prejudicial à classe trabalhadora por sindicatos e entidades de classe.
No entanto, as Reformas da Previdência e Trabalhista são bem maiores e bem mais impactantes na vida dos brasileiros.
Ao que se vê, pela Reforma da Previdência, somente os menos favorecidos economicamente é que serão de fato atingidos, pois aos poucos os políticos vão livrando dos seus efeitos algumas castas sociais e profissionais, como militares, magistrados, membros do Ministério Público e outros.
Por tudo isso, o povo, maior prejudicado com essas reformas pretendidas, já alerta aos deputados e senadores que as apoiam: se votar, não volta!
A frase vai se tornando um mantra pelas redes sociais e ruas das grandes cidades e o movimento começa a ganhar apoios importantes. Um deles é da Igreja Católica, que já se manifestou publicamente contra tais reformas.
Para deputados federais e senadores, o risco de votarem a favor dessas reformas é muito grande. Em 2018, seus nomes estarão estampados como aqueles que votaram contra o povo.
E não adianta dizer que o povo tem memória curta. 2018 está bem aí.
Fonte: O Messiense

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