sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Patu e Messias Targino sofrem novos "arrastões"

Mais arrastões
Nesta semana, os Municípios de Patu e Messias Targino foram palcos de novos assaltos no estilo "arrastões", realizados sempre à noite, mas ainda cedo, em ruas e bairros regularmente habitados e bem movimentados.
Em Patu, na noite desta terça-feira (2 de agosto) houve essa modalidade de assalto a pessoas diversas. Telefones móveis e outros pertences das vítimas foram levados.
Em Messias Targino, nesta quinta-feira (4 de agosto) à noite, a cena voltou a se repetir. Desta feita foram muitas as pessoas vitimadas pela ação de meliantes que tomaram de assalto aparelhos de telefone celular e outros objeto de valor econômico.
Em Patu existe uma Companhia de Polícia Militar e uma Delegacia Regional de Polícia Civil, além da Delegacia Municipal de Polícia Civil. Nos últimos dias, várias pessoas foram presas temporariamente, acusadas de participarem desse tipo de atividade delitiva. Mas em pouco tempo foram postas em liberdade.
Em Messias Targino existe apenas um reduzido efetivo da Polícia Militar, ficando por dia de serviço um ou dois policias militares. O Destacamento Policial Militar de Messias Targino é vinculado à Companhia de Polícia de Patu, e o Delegado de Polícia Civil deste Município é o mesmo que responde pela Delegacia de Polícia de Messias Targino e de outros Municípios.
Há alguns meses, quando Messias Targino virou alvo fácil de ladrões, foi realizado um trabalho ostensivo mais forte por parte da Polícia Militar, com participação direta do Grupo Tático Operacional - GTO  da PM.
a época, o prefeito Arthur Targino e vereadores messienses protestaram publicamente ante a inércia do Governo do Estado e postularam medidas efetivas.
Agora, a situação de insegurança total do povo messiense volta a se repetir.
Incompetente e ineficiente, o governo de Robinson Faria faz de conta que o problema não é dele. Na verdade, não demonstra qualquer preocupação.
Para piorar, os assaltos via arrastões nesses Municípios acontecem num momento em que o Estado passa por uma grave crise de falta de segurança, enfrentando uma onde incêndios em Natal e em mais de trinta Municípios de todas as regiões potiguares.
O Messiense.

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