quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Cartas Pós-modernas. O Manifesto

Manifesto



 

É necessário dizer não à interdição do amor. O folclorista sentenciou: A diversão é necessária. A lei é a liberdade. Os personagens são seres andróginos. A produção cultural não é uma luta de vale-tudo, mas pode ser, em nome da estética do belo. Que belo? Fundamental é mesmo o amor. E o incesto? Aí complica: Mexe com as entranhas intrapsíquicas, epigeneticamente. Croatá é uma flor, ecologicamente um órgão genital.
 
 
 
 Pode ser também uma comunidade desterritorializada, em épocas transtemporais. Com a seca de 1877 se inspira a estética da fome. Inventa-se o nordeste brasileiro. A pós-modernidade tem sido o resultado de crises paradigmáticas subentrantes. Foda-se a exceção. As regras são obsoletas. Deprê: A certeza da incerteza!     

Beijo Cavanhaque

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